Absolutismo e Mercantilismo – Características, Estado, Burguesia e Nobreza
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Absolutismo e Mercantilismo – Características, Estado, Burguesia e Nobreza

Conceitos Gerais
O Absolutismo foi uma forma de governo existente na Europa durante a época moderna (entre os séculos XVI e XVIII). Foi caracterizado pela concentração dos três poderes (Legislativo, Judiciário e Executivo) nas mãos do governante, com exceção da Inglaterra que teve diferente distribuição do poder (veremos isso mais a diante).
O Mercantilismo é uma política econômica do capitalismo comercial, que está estreitamente ligado ao processo de formação das Monarquias Nacionais europeias – dando origem ao Estado Moderno. A Combinação do Absolutismo e do Mercantilismo formou o que historiadores chamam de Antigo Regime, o qual possui características próprias e que marcaram a época.
Antecedentes e Contexto do Absolutismo
Aliança do Rei e a Burguesia, que dei apoio econômico, contribuindo para a formação de um Exercito Nacional como instrumento de centralização dos poderes sendo empregado conta os nobres que se recusavam a aceitar o poder real. Pouco a pouco, numerosos senhores foram submetidos, e o domínio real se expandiu.
Destacamos o Absolutismo em quatro países: Portugal, Espanha, França e Inglaterra – nos quais houve uma forte monarquia, os dois primeiros anteriormente e os últimos com um certo “atraso”, decorrente de Guerras e fatores internos.
Características Gerais do Absolutismo e suas Práticas
* Concentração de poderes na figura do Rei. O Estado era representado pela pessoa do Rei, isso fica claro na frase de um dos monarcas símbolo do Absolutismo Luís XIV (Rei Sol): “O Estado sou Eu.”
* Nobreza como um “parasita” do Estado, pois o rei para não entrar em conflito com o nobres, os financia e sustenta. Um bom exemplo, ainda com LuísXIV, foi a construção do Palácio de Versalhes na França – servia de moradia a milhares de nobres.
* Utilização da Religião como instrumento do Estado, para fortalecer e justificar seus poderes.
* Como prática econômica o Mecantilismo, que poderia ter variações resultantes das condições históricas do país (desenvolvimento do capitalismo comercial e da Burguesia Mercantil, forma de evolução do poder do Estado, recursos agrícolas e industriais). Em geral, o Mercantilismo se baseava em:
- Metalismo – acumulação de ouro e metais preciosos;
- Balança Comercial Favorável – procurava-se manter o número de exportações maior do que o de importações, garantindo o enriquecimento do país, sendo um “termômetro” do desenvolvimento do país;
- Protecionismo – intervenção do Estado no mercado para favorecer a balança comercial – podia se manifesto de diversas formas inclusive a militar;
- Monopólio e Sistema Colonial – monopoliza a compra e revenda de produtos coloniais, em síntese o Pacto Colonial (relação Metrópole e colônia).
Veja o Quadro Resumo das Características do Antigo Regime:
Teóricos do Absolutismo e suas Obras:
* Thomas Hobbes – escritor de “O Leviatã” cuja ideia central é de que para manter o poder o Rei e o exército devem ser temidos pelo povo.
* Jacques Bossuet – desenvolveu a “Teoria do Direito Divino dos Reis” a qual justificava que o poder dos monarcas era dado por Deus e portanto incontestável.
* Nicolau Maquiavel – autor de “O Príncipe” que é interpretado pela frase (que não foi escrita no livro mas é uma síntese deste): “Os fins justificam os meios”, ou seja, o governante poderia se usar de qualquer ato para preservar seu poder.
Informações sobre as Formas do Absolutismo na França e Inglaterra:
* Sofrem um atraso por dois motivos basicamente: a Guerra dos 100 anos, que envolveu os dois países, além de Guerras Civis – na França foi a Guerra de Religião (Papistas – Católicos X Hugenotes – Calvinistas), já na Inglaterra a Guerra das duas Rosas (entre famílias).
* Destacam-se do Absolutismo Francês a Dinastia Bourbon, com reis como Luís XIV, o Rei Sol, que vivenciou o auge desse governo e contribuiu para sua decadência e endividamento.
* Já no Absolutismo Inglês destacamos a Dinastia Tudor, com reis como Henrique VII e rainha Elizabeth I, e a Dinastia Stuart. O Absolutismo, propriamente dito, nunca aconteceu na Inglaterra, pois há a presença de um Parlamento, consolidado pela Revolução Gloriosa (1688), quando Guilherme Orange assina a uma constituição que limita os poderes do rei “Bill of Rights”. Foi criado assim o Parlamentarismo Monárquico.
Conclusão – História
O absolutismo é marcado pela necessidade do fortalecimento do poder dos Estados de modo que lhes permitisse concorrer com outros países. Resulta dos interesses da Burguesia, porém o rei também se aproxima da Nobreza numa forma de manter o equilíbrio entre as classes.
A França conheceu a forma mais forte do poder absoluto no século XVII, o poder real não conhecia limites. Já na Inglaterra, no século XVI houve o estabelecimento do Absolutismo, porém o poder continuava com o Parlamento, que representava a nação.
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muito bom as explicações parabéns
muito obrigado me ajudou muito em um trabalho de recuperaçao
eu como professor de faculdade achei esta matéria bem interessante, esta perfeito
sabe , será que dá para dizer bem especificamente quais são as características do absolutismo monarquio ? é para um trabalho de historia e sinceramente não aguento mais entrar em sites ( Website) que não responde as minhas perguntas ou que não tem nada a ver com oque foi pesquisado !!! Beijos !
adorei vai me ajudar muito em historia!!!!!!!!obrigado!!!
Muito OBG!!!!!
Pow até quem fim achei oq estava precisando agr eu vou entregar esse trabalho trankila sabendo q eu vou tirar a maior nota …
@carol
é mesmo